3.pokemon snap no 3DS


Pokémon Snap no 3DS
Aposto que qualquer um que baixou o aplicativoPokédex 3D no 3DS e que já jogou Pokémon Snapalguma vez na vida, não demorou a se lembrar desse bom e velho jogo do Nintendo 64. São jogos completamente diferentes, mas o fato doPokédex 3D permitir tirar fotos de Pokémon e jogar maçãs para eles sem dúvida remete aoPokémon Snap. O que, por sua vez, nos pode fazer pensar como seria divertido se fizessem uma continuação de Snap para o 3DS, usando os recursos do portátil. O jogo era tão divertido e viciante que por si só já merecia uma continuação, mas imagine só então se fosse feita uma integração com a câmera do 3DS! Usando o recurso de realidade aumentada, os Pokémon poderiam aparecer no mundo real, baseado nas mais diferentes condições. O jogador poderia ter que, por exemplo, procurar algum lugar com uma cor predominante ou algum padrão específico. Fatores como a hora do dia e a iluminação também poderiam influenciar... certos Pokémon poderiam aparecer apenas à noite ou em lugares escuros, por exemplo. Além disso todas as fotos tiradas poderiam ser armazenadas, para depois compartilhar com os amigos. Poderíamos pensar em inúmeras possibilidades, uma mais divertida que a outra, mas neste caso acho que o maior problema seriam algumas questões técnicas. Tudo que dependesse de reconhecimento de figuras e padrões pela câmera do 3DS, por exemplo, poderia facilmente ser trapaceado usando imagens do computador, o que tiraria boa parte da graça do jogo. Esta ideia pode ser bem improvável de se tornar realidade, mas acho que muitos se contentariam em deixar algumas dessas funcionalidades criativas de lado, desde que lançassem um novo Pokémon Snap. Quem sabe pelo menos o giroscópio do 3DS poderia ser aproveitado, fazendo com que o jogador tivesse que movimentar o portátil para apontar a câmera no jogo.



2.Outro anime baseado em pokemon


Outro anime baseado em Pokémon
A não ser que você more em um abrigo nuclear subterrâneo desde os últimos 15 anos, sem acesso a nada do mundo externo (o que também implicaria que você não estaria lendo isto), você sabe que já existe um anime baseado em Pokémon. Provavelmente você também já sabe que ele está no ar desde 1997 e que já conta com mais de 700 episódios, além de um monte de longa-metragens. Mas se você, assim como eu, acompanhou o desenho desde o começo, é bem possível que você também ache que ele perdeu a graça há um bom tempo. Não vou dizer que o anime é ruim... ele é bom sim (até porque se não fosse, não teria durado tanto tempo) e retrata muito bem o universo dos jogos, mas é necessário admitir que a formula dos episódios está mais batida que roteiro de Chaves: Ash e seus amigos chegam em uma nova cidade, povoado ou local qualquer onde a) algum evento importante está prestes a acontecer; b) alguém está com sérios problemas e precisa de ajuda; c) as duas coisas juntas. Os protagonistas então a) participam do evento; b) ajudam a pessoa necessitada; c) as duas coisas juntas. Enquanto isso, a Equipe Rocket executa um plano “elaborado” para roubar algum Pokémon (e pelo visto Ash e seus amigos sofrem de prosopagnosia - doença que torna a pessoa incapaz de reconhecer rostos – porque basta a Jesse e o James vestirem roupas diferentes que eles conseguem passar totalmente despercebidos). Além disso, os traços do desenho são bastante simples e as próprias batalhas entre Pokémon raramente são muito empolgantes, geralmente terminando rápido demais. Obviamente, o anime é direcionado a um publico mais infantil... mas é fato que há um bom número de pessoas mais velhas que também se interessam por Pokémon (afinal de contas, já faz praticamente 15 anos que a série começou). É verdade que, de vez em quando, aparecem episódios mais interessantes... mas acho que ter que aguentar dezenas de episódios “normais” na espera de um destes mais empolgantes não vale muito a pena. Portanto, bem que a Nintendo poderia criar um outro anime baseado em Pokémon, com outros personagens (nada de Ash!), outra história (porque não, por exemplo, aproveitar a trama mais “dark” do modo história de Pokémon Colosseum e de sua continuação, Gale of Darkness?), uma maior continuidade entre os episódios, traços e animações mais detalhadas e batalhas mais emocionantes. É claro que muita gente gosta do anime do jeito que ele é, mas ele não precisaria ser extinto, podendo coexistir paralelamente ao novo. Entretanto, do jeito que o anime Pokémon já está muito bem consolidado e com o sucesso que continua a fazer, não acho que a Nintendo veja a necessidade de criar uma nova série animada.


1. Pokémon MMORPG 


Pokémon MMORPG
Sim, A ideia que coloquei em primeiro lugar é algo que muita gente com certeza já pensou. Ela envolve a mistura de duas coisas extremamente viciantes no mundo dos games: MMORPGs (RPGs online para muitas pessoas simultaneamente, como World of Warcraft) e Pokémon. É fato: o universo de Pokémon se encaixaria perfeitamente em um MMORPG. Depois de criar o seu personagem e escolher um Pokémon inicial, o jogador poderia partir para os mais diversos tipos de jornadas, de acordo com sua preferência: andar pelo mundo tentando encontrar e capturar todos os Pokémon existentes (e seria ótimo que o jogo contasse com todos os mais de 600 monstrinhos já listados na Pokédex), batalhar contra outros jogadores, aliar-se a eles, correr atrás dos líderes de ginásio para ganhar insígnias, tentar tomar o posto deles, participar de torneios ou organizar seus próprios, se juntar a uma equipe maligna com planos de dominação mundial, fundar um novo movimento revolucionário, tentar fazer parte da Elite 4, brigar pelo título de maior treinador Pokémon do mundo... enfim, as possibilidades se estendem inimaginavelmente. Porque será então que a Nintendo nunca investiu nessa óbvia mina de ouro? Tudo bem que os jogos da série Pokémon tem recebido cada vez mais recursos de jogabilidade online... mas nada ainda que se compare a grandiosidade e complexidade de um MMORPG. Bom, todos sabemos que a Big N não é lá das maiores partidárias de jogos online e menos ainda de serviços pagos, como qualquer grande MMORPG, o que provavelmente responde a pergunta. De certa forma, talvez seja até admirável que a Nintendo deixe essa oportunidade de lado a fim de não explorar tanto o nome Pokémon (ou explorar mais do que já explora, pelo menos)... porque não resta dúvida de que se um Pokémon MMORPG viesse a existir, a mania mundial pelos monstrinhos de bolso atingiria um nível completamente novo.


E vocês, amigos leitores, já pensaram em alguma coisa genial que a Nintendo deveria criar, mas que seria extremamente improvável? Ou então, acha que alguma das ideias citadas aqui pode um dia vir a existir? Ou ainda, acha que alguma delas não é tão boa assim? Compartilhe suas opiniões e sua criatividade aqui!

Títulos de BW revelados !!!


Olá pessoal, como vão?
 Bom, foi revelado dois novos títulos de pokemon Best Whishes, confiram:
BW049
Título Japones: ジムリーダーはカリスマモデル! カミツレ登場!!
Título Traduzido: A Carismática Líder de Ginásio Aparece! Entra Elesa!!
Exibição: 22 de Setembro de 2011

BW 050
Título Japones: ライモンジム! 華麗なる電撃バトル!!
Título Traduzido: Ginásio Nimbasa! Batalha Relâmpago!!
Data de exibição: 29 de Setembro de 2011

 É pessoal, a espera finalmente esta acabando, Ash vai lutar contra Elesa daqui a mais ou menos 1 mês (é... esta relativamente perto). comentém!

Mistério Pokémon: O caso da Pokébola GS


O caso da Pokébola GS

Um dos maiores mistérios que o anime já possuiu foi a pokébola GS. Ela se chama assim devido as marcações existentes nela se parecerem com as letras "G" e "S". Sua coloração é de ouro e prata e é impossível de abrir ou ser teletransportada.
Tudo começou quando a profª Ivy, a inicial portadora da bola GS, queria enviá-la ao profº Carvalho para que ele pudesse estudá-la, visto que era um grande pesquisador pokémon. Como não era possível teletransportá-la, Carvalho enviou Ash às Ilhas Laranja para buscá-la para ele. Ash retirou a pokébola com Ivy e aproveitou para participar da liga da região. Enquanto viajava com ela, Ash até tentou chamar para sair algum pokémon que por ventura estivesse dentro dela, sem sucesso.
Ao retornar a Pallet, Ash entrega a pokébola para o professor que nada conseguiu descobrir, por mais que a analisava. Então Carvalho pede para que Ash vá entregá-la para Kurt, um expert em pokébolas. Ash então parte para Johto para competir na liga de lá e entregou a bola GS para Kurt estudá-la quando chegou na cidade Azalea. Kurt começou a analisar o material da pokébola, deixou-a exposta a altas temperaturas e foi tentando fazer o que podia para descobrir por que a pokébola não abria. Como isso iria demorar um bocado, Ash deixou a pokébola GS com Kurt e partiu. Desde então a bola GS nunca mais apareceu no anime, ela está com Kurt até hoje.


Nos games, a Pokébola GS podia ser obtida através de um evento na versão japonesa de Pokémon Crystal. Porém ela não tinha nenhum pokémon dentro e não podia ser usada para capturar. Você deveria entregá-la para Kurt investigá-la (tal como Ash fez no anime). No dia seguinte, Kurt te devolvia a bola e você a levaria até o pequeno templo na Floresta Ilex. Ao deixar a bola GS lá, um Celebi aparecia para batalhar com você.
A bola GS apareceu também no mangá. Segundo ele, esta pokébola foi feita com as penas de Lugia e Ho-oh para capturar Celebi. Somente as penas das duas aves guardiãs seriam capazes de aprisionar Celebi e ainda proteger o portador dos efeitos nocivos que uma viagem no tempo poderia causar.
Contudo, em 2008 o mistério da bola GS foi finalmente desvendado. Uma entrevista concedida por Masamitsu Hidaka, antigo diretor do anime, revelou o verdadeiro objetivo da bola GS. Hidaka disse que ela continha o "pokémon Gold & Silver" (daí o GS), que seria ninguém menos que Celebi. Os roteiristas haviam planejado um arco de episódios da saga Johto com histórias envolvendo a bola GS, Celebi e Ash e cia. No entanto, enquanto procuravam uma estrela para o 4º filme, Celebi foi escolhido. Os roteiristas acreditaram que um filme com Celebi e um arco de episódios com ele também seria uma coisa redundante, portanto decidiram tirar a bola GS de cena. Ela ficou com Kurt no intuito de que os fãs esquecessem dela. Essa estratégia não deu muito certo, pois durante alguns anos os fãs continuaram com esperanças de ver o mistério da bola GS desvendado.
Apesar de tudo, a bola GS não foi a única pokébola esquecida...

Quando passaram por Azalea, Ash, Misty e Brock receberam juntos:
- 3 Fast Ball
- 2 Lure Ball
- 1 Heavy Ball

Brock usou a bola rápida dele em Pineco, Ash usou sua bola isca em Totodile e Misty usou a dela em Corsola.
Ash e Misty continuam com suas bolas rápidas enquanto Brock está com uma bola peso. Não sei se estavam planejando que Ash e os outros usassem essas pokébolas para capturar pokémons também, o fato é que não usaram. Sem falar que depois de tantas falhas de Forretress e Totodile saindo de pokébolas comuns, nunca mais Ash e seus companheiros de viagem tiveram a chance de portar uma pokébola diferente. Talvez esse seja o motivo dessas pokébolas também terem saído de cena.
Muitos fãs ainda insistem em lembrar da bola GS, mas por que também não questionar o esquecimento dessas outras? Ninguém nunca lembra delas... o fato é que tanto elas quanto a bola GS foram esquecidas e dificilmente voltarão a aparecer no anime.

Pergunta de hoje: em qual destes Ash usará sua Fast Ball?
Esse é o post numero 100 do noticias animes parabéns!!! comentem

Pokemon Best Wishes Episódio 48 Preview

foi transmitido pela TV Tokyo, no Japão, o BW47 - Cuidado com Purrloin! Meowth e Oshawott!! Ao final de sua transmissão, foi exibido o preview do próximo episódio, o BW48 - Beheeyem, Duosion e o Ladrão de Sonhos! Confiram a seguir:

                                BW48 - Beheeyem, Duosion e o Ladrão de Sonhos!

Assistir Tooncast Online

BW: Cidade de Castelia Baseada na Mão!

Olá Pessoal! Como estão?

Em recente entrevista, o diretor dos jogos de Pokémon Black & WhiteJunichi Masuda, falou sobre o design da cidade de Castelianos jogos. Segundo ele, a maior cidade do universo Pokémon foi baseada numa mão. A interpretação é bem simples, um "dedo da mão" para cada pier da cidade.

 

O primeiro porto, da direita para a esquerda, é a entrada da cidade (polegar). O segundo, Cruise Ship Dock, onde encontra-se o principal barco da cidade seria o "dedo indicador". O "dedo médio" ou o Prime Pier, é onde encontra-se o barco da Equipe Plasma (a analogia com a mão neste caso é relacionada com o "gesto rude" que pode ser feito com esse dedo).

(Clique para ampliar)

O quarto dedo, "anelar", representa o Unity Pier. Neste dedo é colocado o anel de matrimônio, representando a união das pessoas. O barco deste porto leva a Unity Tower (Torre União). E por fim, temos o dedo mínimo ("mindinho"), representado pelo Liberty Pier. No Japão, o quinto dedo faz referência à riqueza e luxuosidade. Neste pier, esta situado o barco que leva o jogador até a Isla Libertad, que foi comprada por um senhor milionário para esconder o Pokémon Victini.

Preparando um Time para Batalhas Pokemon

Se você é fã de Pokémon e leitor do Noticias Animes, deve ter visto as notícias referentes ao Pokémon World Championships 2011 por aqui. Ficou empolgado com as batalhas e decidiu montar um time campeão? Na edição de hoje do  iremos conhecer os fundamentos básicos que muitos treinadores seguem para construir times cada vez melhores. 


Typhlosion indignado com a pergunta
Agora que vocês já conhecem as Natures, EVs e IVs, é hora de mesclar todos esses conhecimentos e criar um time para testar suas estratégias. 


Quais são os Pokémon mais fortes? Quero todos eles no meu time!
Pergunta muito frequente feita por jogadores novatos.
Não existe isso de “o melhor Pokémon”. Óbvio, temos alguns que se destacam, mas o importante é a forma que você utiliza cada um deles, principalmente a forma que você sincroniza as habilidades de todos eles, pois o trabalho em equipe é um fator crucial. Imaginem o seguinte exemplo: 

Você tem um time composto por monstrinhos como Jolteon, Kingdra e Ludicolo. Todos eles podem se beneficiar caso o golpe Rain Dance seja utilizado. Rain Dish e Swift Swim são abilities que ativam somente durante os turnos em que o clima da arena está chuvoso e o golpe Thunder possui 100% de chance de acerto durante a chuva. Até agora só vantagens, mas se neste mesmo time encontrarmos um Typhlosion e um Arcanine, os dois serão prejudicados pelo Rain Dance. 

Durante a chuva, os golpes do tipo Water aumentam o seu Power em 50%, enquanto os golpes do tipo Fire  perdem o seu Power na mesma quantia. Ou seja, os seus amigos de fogo estarão com sérios problemas. 

O ideal é que durante a construção do time o treinador decida qual forma de batalhar mais lhe agrada. Algumas pessoas gostam de danos diretos, partindo para cima do oponente. Outras gostam mais de se defender enquanto vão acabando com os adversários lentamente. Escolher o objetivo do time é a primeira decisão que deve ser tomada. Feito isso, é hora de pensar quais Pokémon melhor se encaixam na sua estratégia. 

Vamos utilizar este time do treinador Leonardo Gueiros como exemplo: 

Politoed, Ferrothorn, Latios, Toxicroak, Thundurus e Spirtomb. 

A Hidden Ability do Politoed é a mesma padrão do Kyogre, Drizzle. Com a ajuda do Drizzle, o efeito climático que prevalecerá na arena será a chuva. Pode parecer esquisito um time que só possui um Pokémon do tipo Water utilizar como foco principal esse tipo de estratégia, mas vamos examinar de uma forma mais atenciosa.



Calma aew! Eu só fiz chover!
Ferrothorn é um Pokémon que possui uma ótimas defesas, mas que carrega uma vulnerabilidade imensa ao tipo Fire. Como durante a chuva os golpes deste tipo são penalizados com uma diminuição de 50% no seu Power, ele tem maiores chances de sobreviver a ofensivas de inimigos que utilizam golpes do tipo Fire sem STAB (Sigla para Same Type Attack Bonus, que é um bônus de 50% no Power de golpes que forem do mesmo tipo do Pokémon usuário). 
Latios e Thundurus são os Special Sweepers do time (Termo utilizado para nomear os Pokémon ofensivos que utilizam golpes baseados em S.ATK) . Ambos possuem golpes que são beneficiados durante a chuva, como Surf e Thunder respectivamente. 

Toxicroak
 possui uma Ability chamada Dry Skin, que recupera 1/8 do HP ao final do turno durante o clima chuvoso, aproveitando isso para fazer alguns combos com Substitute. 

O Spiritomb por sua vez é um Pokémon naturalmente defensivo, mas o treinador usou uma combinação ousada da Nature Adamant com o item Choice Band para maximizar todos os danos causados por golpes baseados em ATK. É uma forma de surpreender o oponente que pode funcionar de maneira bastante efetiva. 

Mesmo sem fazer uma análise mais detalhada no time é possível observar que ele trabalha bem em equipe. Politoed pode cobrir muito bem a fraqueza do Ferrothorn em relação ao tipo Fire, enquanto Latios pode entrar e levar um Psychc no lugar do Toxicroak que sofreria um dano super efetivo, ou até mesmo o Ferrothorn poderia entrar no lugar… 

Muitos jogadores afirmam que um bom time nunca deve ter três pokémon com a mesma fraqueza, pois isso significa que metade da sua equipe já estará com problemas caso você não saiba conduzir bem a batalha. Certamente toda regra possui sua exceção, mas sempre é bom evitar um time com três fraquezas iguais. 

Procure fazer combos com os efeitos de Abilities, golpes e itens. Um bom exemplo disso é o Gliscor. Por conta da Ability Sand Veil, durante o Sandstorm sua Evasion recebe um bônus, fazendo que ele consiga escapar  com maior facilidade dos ataques adversários. O item Bright Powder aumenta ainda mais essa chance. Aproveitando o tempo que o inimigo não consegue acertá-lo, Gliscor pode usar Swords Dance para ficar mais forte e fazer um contra ataque. 


Na próxima edição iremos continuar o assunto, mas mostraremos um time funcionando na prática. Preparem a pipoca, pois nós iremos assistir algumas lutas!    

Brasileiro é Campeão Mundial de TCG Pokémon!

Olá pessoal! Como estão?




 Ocorreu neste final de semana o World Championships 2011. E o grande vencedor da categoria Junior de TCG Pokémon foi um brasileiro! Gustavo Wada sagrou-se campeão na categoria, com Christopher Kan (Austrália) e David Cohen (EUA) sendo os campeões nas divisões Sênior e Masters respectivamente.

 
O Brasileiro Gustavo Wada - Campeão Mundial de TCG Pokémon da Categoria Junior

Os resultados foram publicados no twitter oficial do evento: @pokemonworlds. Parabéns ao grande campeão! E fiquem ligados no noticias animes para mais novidades sobre o World Championships 2011!

Pokemon Best Wishes Episódio 47 preview


                       BW47 - Cuidado com Purrloin! Meowth e Oshawott!!


Fã que é fã sabe que antes de ir para um novo continente, Ash deixa seus pokémons atuais com o professor Carvalho. Isso acontece porque não faria sentido se o Ash no meio de uma jornada dizer "ah, não quero mais usar tal pokémon, vou deixar ele mofando com o professor pra ter espaço pra pegar outros novos", não mesmo, não faz o estilo "pokémons são meus amigos" do Ash.
Na maior parte de sua jornada em Kanto Ash carregava 5 pokémons. Não estou considerando Butterfree, Primeape e Haunter pois estes ficaram com Ash por um curto período. No fim de sua jornada em Kanto, Pidgeotto evoluiu e saiu da equipe.
Ash foi para as Ilhas Laranja com Pikachu, Bulbasaur, Squirtle e Charizard, apenas. Lá capturou Lapras e Snorlax... se capturasse mais que isso iria ser transferido para o professor, se tornando um Kingler/Muk/Tauros da vida - nunca pertencendo a uma equipe de Ash. No fim, Lapras voltou pra sua família, enquanto Snorlax... o caso foi que Ash trocou Snorlax por Tauros apenas para lutar com o campeão da liga laranja e... não destrocou! Ash manteve Tauros na pokébola até chegar em Pallet, sem ninguém perceber. Chegando em Pallet, ele diz olá pro Snorlax, libera o Tauros que carregava pra junto de sua manada e vai embora, deixando Snorlax para trás.
Ash parte para Johto com a mesma equipe que partiu pra liga laranja: Pikachu, Bulbasaur, Squirtle e Charizard. Repare que até aqui Ash nunca deixou os pokémons que carregava na equipe ficarem com o profº Carvalho. Pois bem, no início de sua jornada em Johto, Ash capturou Heracross e Chikorita. A equipe encheu, e agora, o que fazer? Queriam colocar os outros iniciais e o passarinho da região no time de Ash, porém eles seriam enviados direto para o profº Carvalho. Solução: inventar desculpas esfarrapadas para remover os pokémons antigos do time de Ash.

Charizard: num piscar de olhos o dragão de fogo foi considerado demasiado fraco (é mole?), sendo incapaz até mesmo de carregar Ash nas costas. Tendo seu orgulho ferido, Charizard resolve ficar no vale dos Charizards para treinar. Ash conquista um espaço para Cyndaquil.
Squirtle: depois de 140 episódios sem problemas (isso mesmo, 140!), o esquadrão Squirtle começou a ficar desnorteado sem o seu líder e Ash foi forçado a devolver seu Squirtle para a guarda Jenny... conseguindo assim um espaço para capturar Totodile.
Heracross: para participar de uma competição de Tauros (cada ideia...), Ash resolve chamar seu Tauros. Como sua equipe estava cheia, o professor sugere que ele enviasse Heracross para que ele pudesse estudar seu comportamento. Fim da competição, Ash liga ao professor para desfazer a troca, envia o seu Tauros e... o professor diz querer estudar o Heracross um pouco mais (deve estar estudando até hoje...) e não o devolve, com isso Ash ganhou um lugar para Noctowl.
Bulbasaur: o professor pediu o Bulbasaur emprestado para que ele acalmasse os pokémons que estavam brigando no seu laboratório (desculpa mais esfarrapada que essa ninguém acha). Se ele devolvesse o Bulbasaur pro Ash, os pokémons voltariam a brigar, então Ash foi forçado a deixá-lo com ele (e o que acontece com esses pokémons quando Ash chama Bulbasaur para alguma batalha?). Assim, abriu-se uma vaga para Phanpy.

Digimon Xros Wars terá nove temporada




Com o relativo sucesso de Digimon Xros Wars na tv japonesa, a Toei e aBandai resolveram dar continuidade às aventuras de Taki e seus companheiros, ao invés de criarem uma fase diferente e sem vínculo direto com as anteriores como tem acontecido desde Digimon Tamers.
A nova temporada de Digimon Xros Wars começa a ser veiculada pela Tv Asahi a partir do dia 02 de outubro e mesmo mantendo grande parte do elenco atual trará novos personagens e um novo mundo, além de obviamente apresentar monstrinhos inéditos.
Por aqui a quinta série da franqui, Digimon Data Squad (Savers no original) continua sendo transmitida às escondidas nas manhãs do Disney XD e foi totalmente lançada em DVD pela Playarte.

Top 3: Games mais difíceis de consoles da Nintendo

 Ao olhar este título, você sentiu aquela fisgada na sua espinha dorsal recordando daquele jogo que você insistiu e acabou desistindo... Nós sabemos... Mas o que faz um jogo ser tão difícil? Fases praticamente impossíveis de serem terminadas? Inimigos fortes e colocados em lugares estratégicos? A maldade dos desenvolvedores? Pode ser tudo o que dissemos e mais dezenas de fatores. Mas chega de conversa, nós queremos que você, querido e sofredor leitor, se recorde dos piores momentos que um gamer pode ter. Se você (sobre)viveu com esses games, considere-se um corajoso e se terminou – sem usar firulas e outras ‘coisas necessárias’ em casos extremos -, você é o nosso herói. Portanto, pegue a sua maracujina e seus calmantes e divirta-se (ou não).

3- Super Ghouls’n’ Ghosts (SNES)

O que os jogadores disseram na época: “Salvar a princesa Prin Prin? Ah, salvar princesas é super fácil”
O que nós pensamos sobre o game: “Temos que jogar OUTRA VEZ?? Maldição!!”
Ghouls’n’ Ghosts ainda causa calafrios em que sofreu muito com esse game. O jogo do NES era inacreditavelmente difícil, porém, o seu sucessor do Super Nintendo, provou que o primeiro poderia ser considerado fácil. Seu personagem é o cavaleiro Arthur que precisa resgatar a princesa que foi raptada pelos demônios. E pode-se dizer que os inimigos são realmente Demônios!
Super Ghouls’n’ Ghosts mantém exatamente o mesmo padrão de seu antecessor. Após saltar com Arthur, você não pode controlá-lo e nem mudar a direção do salto no ar, portanto reze para ele não cair sobre um inimigo ou em algum buraco. A cada salto certo, ouve-se aquele “Ufa!” de alívio. Os inimigos não deixam de ser problemas. Quando o herói sofre algum dano, ele perde a armadura e fica só de cueca (!) e se sofrer outro dano, vira caveira e morre. “Simples” assim. Jogadores valentes, que não desistiram e que chegaram ao final do jogo não ficaram contentes com tal proeza. E sabe por quê? Porque é preciso zerar o jogo DUAS vezes para descobrir o verdadeiro final. É... pode dizer o que está pensando...
 Calma! Ainda falta pouco pra morrer pela décima vez. Cuecão de couro, mano!

2- Ninja Gaiden (NES)

O que os jogadores disseram na época: “Quero matar quem fez esse jogo!”
O que nós pensamos sobre o game: “É possível terminar esse game?”.
Não é necessário dizer muita coisa. Ninja Gaiden é sinônimo de dificuldade. Os jogadores que alugavam cartuchos gastavam muito dinheiro alugando Ninja Gaiden e sofrendo para tentar chegar até o final. O desafio era extremo e você se sentia satisfeito ao passar cada fase.
Na época do NES, não haviam jogadores casuais ou hardcores. Ou você conseguia terminar um jogo ou não. E inúmeros jogadores jamais chegaram ao final de Ninja Gaiden. O início do jogo pode te enganar. Itens fáceis de pegar, poucos inimigos e buracos em uma fase curta. Ao chegar na segunda fase, você já começa a arrancar os cabelos. Os inimigos exigem bastante do jogador (principalmente aqueles que são apelões) porque eles aparecem posicionados em lugares estratégicos, exatamente para te matar. É preciso acertar pulos precisos para não cair ou quem jogou não se lembra o quão era difícil a escalada? E a fase das montanhas onde você precisa mudar de plataforma e as águias ficam te atrapalhando? E quando você olha sedento para aquela cápsula que guarda um item no alto da tela e quando pega, seu personagem morre, pois era uma droga... Ainda nos perguntamos como os desenvolvedores podem ser tão cruéis com nós, humildes jogadores. Acho que descobrimos que não somos nem casuais e nem hardcores. Somos ruins mesmo!
 Olha! Uma pomba branca da paz! Não, é a águia branca da morte! Pra baixo todo santo ajuda! Menos em Ninja Gaiden...

1- Battletoads (NES)

O que os jogadores disseram na época: “AHHHHHHHHHHHH!!! DESISTO!!!!!”
O que nós pensamos sobre o game: “WTF, P%##@, FDP, PQP, VTC, NSMQPEA (sigla de Não Sei Mais Que Palavrão Escrever Aqui)!!!!!!!”
É... os 8-bits sabiam ser encantadores e ingratos. Quem jogou Battletoads sabe exatamente que isso é a mais pura verdade. Ele é simplesmente o jogo mais difícil de todos os tempos. Muitos jogadores estão agora em manicômios devido ao trauma que a Rare causou. Os inimigos eram dispostos milimetricamente e as áreas para enfrentá-los, muitas vezes, eram minúsculas. Terminar o jogo no modo singleplayer é mais impossível do que ver o Mario sem o seu bigode.
Então, você, um espertinho, pode pensar assim: “Ora, então vou chamar meu amigo pra jogarmos em um multiplayer, igual o Contra, assim fica mais fácil”. É? Muito bem, Senhor Esperteza, então saiba que jogando Battletoads, sua amizade terminará na porrada. O modo cooperativo – se é que se pode chamá-lo assim – coloca dois personagens nos níveis. Até aí, tudo bem. Depois você descobre que eles têm de dividir o mesmo espaço e que podem agredir um ao outro, causando danos e perdendo vidas. Portanto, nas áreas apertadas e com inimigos, você acaba apanhando mais de seu parceiro do que do monstro. E passar pelos obstáculos? Pode esquecer... obstáculo era você ter que comprar outro controle após quebrar um na cabeça de seu amigo. E se você quer atingir a Glória Gamer, pode tentar a sorte na fase do carrinho no inferno. Mas sorte será você sair dessa sem algum distúrbio. Agora pode soltar aquele palavrão que está engasgado na sua garganta.
Fim de amizades. É assim que se define o multiplayer de Battletoads. A fase do inferno. Precisa dizer mais alguma coisa?

E aí? Você sobreviveu ou desistiu de algum desses jogos? Tem alguma outra (contra) indicação de jogo difícil? Compartilhe esses momentos “inesquecíveis” e malditos conosco!